quarta-feira, 31 de março de 2010

Serviço ajuda empreendedor a licenciar empresa pela internet em SP


Apresentado nesta terça-feira (30/3), Sistema Integrado de Licenciamento permite substituir documentos e vistorias por declarações digitais.

Um portal apresentado nesta terça-feira (30/3) pelo governo do Estado de São Paulo promete dar rapidez ao trâmite de abertura de empresas. Com o Sistema Integrado de Licenciamento associado ao Portal Poupatempo do Empreendedor, o empresário poderá solicitar as principais licenças de forma imediata.

O serviço beneficia empreendedores em atividades de baixo risco - que, segundo o governo, responde por 75% dos casos. Os órgãos públicos participantes do Sistema Integrado de Licenciamento incluem Centro de Vigilância Sanitária, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Corpo de Bombeiros da Policia Militar e Prefeitura.

Para as empresas consideradas de baixo risco, o licenciamento será feito totalmente pela internet. Os documentos e as vistorias prévias serão substituídos por declarações, que devem ser assinadas pelo empreendedor ou por seu contador por meio de certificado digital.

Já quem decidir por atividades consideradas de alto risco também poderá usar o sistema, porém será encaminhado aos órgãos oficiais para o procedimento completo. No entanto, o acompanhamento do trâmite e dos resultados poderá ser feito pela internet. A classificação de risco é feita pelo próprio sistema, com base em informações dos órgãos envolvidos.

Inicialmente, o sistema de licenciamento atenderá as cidades de São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes, Limeira, Piracicaba, Santos e São José dos Campos. Para os demais municípios do Estado, o serviço será oferecido nos próximos meses.

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 30 de março de 2010 às 21h01
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Rede Veia Social usa Twitter para unir doadores e receptores de sangue


Criado no mês passado, projeto não tem fins lucrativos e possibilita que pessoas façam pedidos de doação.

Uma rede social criada com o objetivo de estimular a doação de sangue. Essa é a missão do Veia Social, projeto sem fins lucrativos que entrou no ar  há pouco mais de três semanas.  
Criada via Twitter pelos empresários Lula Ribeiro, Laila Sena e Oscar Ferreira, a proposta  é facilitar o encontro entre doadores e receptores de sangue. A ideia nasceu depois de Laila necessitar de cerca de 40 bolsas de sangue para  um  tratamento pelo qual passava.
O Veia Social conta com um site, galeria de fotos, vídeos, blog e outras ferramentas interativas. No site, há divulgação de   locais onde ocorrem as coletas de sangue e a possibilidade de  envio de pedidos de doação.
"A divulgação de nossas ações se dá  pelo Twitter, Facebook e via sites e portais, que apoiam a ideia e nos ajudam. Estamos tentando fechar um parceria com o Ministério da Saúde, com o objetivo de expandir o projeto”, afirma Oscar Ferreira.
Rede vermelha
Para fazer parte do Veia Social, é necessário preencher um cadastro no site. As contas são integradas ao Twitter, pelo qual  vídeos e fotos postados se tornam públicos.

Os usuários que efetuarem um pedido de doação devem completar um formulário com todas as informações, como tipo de sangue. Todas os dados são analisados e encaminhados para os canais de comunicação da rede.
“Existe uma equipe que recebe as solicitações de pedidos e que fica responsável pela veiculação de informações. A solicitação será publicada em um post no Veia Social e encaminhada para o perfil oficial da instituição no Twitter e no Facebook”.
De acordo com Ferreira, o site conta atualmente com cerca de 300 membros. A estimativa de seus desenvolvedores é de que até outubro deste ano a rede já esteja abastecida com 2500 participantes de todo o País.

Por Juliano Moreira ,do IDG Now!

Publicada em 31 de março de 2010 às 07h00
Atualizada em 31 de março de 2010 às 09h39
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terça-feira, 30 de março de 2010

Microsoft defende segurança do Windows 7 após concurso de hackers


Após quebra do Windows 7 em competição, empresa diz que segurança serve para dificultar trabalho dos invasores e não 'evitar invasões para sempre'.

Dias após pesquisadores terem invadido o sistema de defesa do Windows 7 para explorar o Internet Explorer e o Firefox, a Microsoft disse que as medidas não têm a intenção de "evitar qualquer ataque para sempre". Ao mesmo tempo, a companhia defendeu as medidas de segurança, dizendo que elas permanecem como uma maneira eficaz de impedir invasões.
Pete LePage, gerente de produtos da divisão de desenvolvimento do IE defendeu os recursos de segurança DEP (Prevenção da Execução de Dados) e ASLR (Address Space Layout Randomization), que foram "furados" por hackers  na competição Pwn2Own, evento anual que reúne hackers de todos os cantos do mundo, na última quarta-feira (24/3).  Cada um dos invasores foi premiado com 10 mil dólares pelo feito.

O DEP, que a Microsoft introduziu em 2004 com o Windows XP SP2, foi projetado para impedir aexecução de códigos de uma região da memória não-executável em um aplicativo ou serviço. ASLR,  recurso que estreou com o Windows Vista, há três anos, é um processo que implica em organizar as posições das principais áreas de dados aleatoriamente no espaço de endereço virtual.

Em um post no blog de segurança do Windows, LePage comparou a resistência de proteção de sua empresa com a tentativa de se abrir um cofre. "Sem as técnicas de defesa em profundidade, em uma prova de fogo o seu conteúdo estará protegido por uma ou duas horas", disse.
A Microsoft fez a declaração antes do DEP, ASLR e outras medidas de segurança não garantirem que o Windows pode conter ataques. Ano passado, por exemplo, o engenheiro do Microsoft Secutiry Responde Center (MSRC), Robert Hensing, disse que o "DEP por si só não é forte".
O especialista Peter Vreugdenhil, que fazia sua estreia no evento, tirou proveito de uma vulnerabilidade no IE8, em um PC com Windows 7 e também ganhou 10 mil dólares. E o sistema da Microsoft serviu como base para a investida de um hacker alemão conhecido apenas como Nils, que usou o browser Firefox como porta de entrada para o sistema e levou a mesma quantia em dinheiro.
Único hacker a vencer três vezes a competição Pwn2Own, Charlie Miller descobriu, recentemente, 20 falhas no sistema operacional Mac OS, no pacote Office e no software Adobe Reader, com o uso de uma ferramenta simples (utilizada por desenvolvedores para testar bugs), que procura vulnerabilidades nos sistemas.
“Nós encontramos um bug, eles corrigem. Isso não melhora a segurança do produto. Eles precisam investir direito na melhoria de seus programas”, afirma Miller.
(Gregg Keizer)
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“Perfume digital”, a arma da Ariadna para seduzir internautas e anunciantes


O desenvolvimento da internet rápida permitiu ao internauta ter acesso a conteúdos de vídeo e áudio de excelente qualidade. A tecnologia touch screen, que permite a navegação por toque na tela, ampliou o uso das mãos na web. Agora, é a vez do olfato – não, você não leu errado: é olfato mesmo.
Quem promete essa proeza é a agência digital colombiana Ariadna. Com sede em Miami e escritórios em vários países da América Latina – entre eles México, Argentina, Colômbia e, há poucos meses, Brasil – a companhia vai lançar em breve um software que permite experimentação de odores.
O sistema funciona da seguinte forma: dentro de um dispositivo, como um pen drive (que deve estar acoplado ao PC ou notebook), são inseridas diferentes fragrâncias. Essas substâncias são acionadas assim que o internauta clica ou passeia sobre uma determinada área de um site.
Segundo a agência, a invenção será útil para ações de comunicação de toda a ordem. Poderia interessar a marcas de perfume que buscam divulgar seus produtos ou empresas de outras áreas que desejam fugir do comum em suas estratégias digitais.
“Esse software levou cerca de um ano para ficar pronto. Ele foi concebido em nosso Centro de Desenvolvimento e Inovação (CDI), na Colômbia, e produzido na China”, afirma o colombiano Juan David Pinzon, sócio-fundador da Ariadna.
Sensações olfativas
Segundo ele, a equipe que desenvolveu o software é multidisciplinar, composta por engenheiros químicos e eletrônicos contratados especificamente com essa finalidade. “Trata-se da primeira vez que, por meio de um computador, será possível experimentar sensações olfativas”, afirma.
O software deve estar disponível no mercado brasileiro entre maio e junho, estima Cristiane Bussab, CEO da agência no Brasil e nos demais mercados da América do Sul. “O produto nem chegou ainda às outras unidades no exterior”, afirma. Não será necessária uma configuração especial do computador para experimentar a novidade.
Para Pinzon, o software do aroma digital exemplifica bem o que a Ariadna busca como agência de marketing digital. Fundada em 1998 em Bogotá, capital colombiana, a empresa tenta aliar tecnologia de ponta a um forte pendor criativo, algo nem sempre fácil de ser alcançado.
O viés tecnológico começa por Pinzon, que é engenheiro eletrônico. O grande respaldo nessa área vem do CDI, cuja operação é independente da agência.
“Optamos por criar um centro de inovação porque seria muito difícil desenvolver inovação tecnológica dentro da agência. No dia-a-dia, é complicado, tudo é para ontem, os projetos têm urgência. Com uma estrutura à parte para a inovação, é possível criar tecnologia, que depois permitirá desenvolver ações inovadoras”, afirma Pinzon. Só para dar outro exemplo, além do software de aroma digital, lá também são desenvolvidos aplicativos e peças publicitárias sustentadas por realidade aumentada.
Chocolate, vinho e café
Na fase de testes do novo produto, foram desenvolvidos softwares nos aromas de chocolate, café e vinho, respectivamente a pedidos de Cristiane, Pinzon e Pedro Vilarrub, CEO da operação mexicana da agência. “Cada um pediu um aroma daquilo de que mais gosta”, brinca Vilarrub.
A Ariadna quer levar o CDI para suas outras operações. Em 2010, está planejada a abertura de centros como esse no México e no Brasil, mais especificamente em São Paulo, que terá um forte viés criativo.
Para dar uma dimensão da importância que a Ariadna confere a esse projeto, o centro de desenvolvimento na Colômbia possui cerca de 100 funcionários, quase o mesmo número de colaboradoras da agência (105) – reunindo todas as operações.
Para Pinzon, o CDI – de onde nasceu o software de aroma digital – demonstra bem o perfil da empresa. “Somos uma agência muito técnica, especialista em tracking, busca, tecnologia, mas sem descuidar da parte criativa. Por isso temos equipes multidisciplinares, composta por criativos, pessoas de mídia e busca, entre outros”, afirma.
Depois de um início de operação silencioso no mercado brasileiro, onde aportou no primeiro semestre de 2009, a Ariadna quer aproveitar o lançamento do software de aroma digital para mostrar que está farejando bons negócios em terras brasileiras. “Agora que estamos com as equipes dos diferentes países integradas e temos trabalhos para apresentar, vamos nos mostrar de um modo mais efetivo no mercado”, diz Cristiane.
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sábado, 27 de março de 2010

Galeria reúne o presente e o futuro da tecnologia 3D


Da roupa de Avatar a uma TV 3D sem óculos, exposição permanente exibe projetos criados com softwares da Autodesk, em São Francisco (EUA).

Tecnologia, design e arquitetura estão reunidos na Audodesk Gallery, uma exposição permanente e gratuita de projetos criados com softwares da empresa Autodesk, em São Francisco, nos Estados Unidos.
A roupa com sensores e uma das câmeras usadas nas filmages de "Avatar", bem como uma tela de TV que exibe imagens 3D sem a necessidade de óculos especiais estão entre os protótipos apresentados na galeria aberta há três anos. A empresa investiu 5 milhões de dólares para montar a exposição, que reúne projetos com o uso de seus softwares.
> Veja alguns destaques da Autodesk Gallery.
Saiba mais em www.autodesk.com/gallery
*A jornalista viajou a São Francisco (EUA) a convite da Autodesk

Por Daniela Braun, para o IDG Now!*

Publicada em 26 de março de 2010 às 18h29
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sexta-feira, 26 de março de 2010

Festival de Cinema traz “Bicho de Sete Cabeças”



Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas. Esse é o enredo do filme Bicho de Sete Cabeças, que será apresentado neste domingo, às 19h, no Paço Municipal de Ribeirão Pires, como parte do 1º Festival de Cinema da Estância. Caso chova, a apresentação deverá ser transferida para o Teatro Euclides Menato, no Complexo Ayrton Senna. A entrada é gratuita.

POR : Folha Ribeirão Pires

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Mais três jornais decidem cobrar por acesso a notícias na web


The Times e Sunday Times, de Rupert Murdoch, terão planos de acesso diário e semanal; no Le Monde, cobrança começa na segunda-feira (29/3).

Os jornais britânicos The Times e Sunday Times cobrarão pelo acesso ao conteúdo de seus sites, uma decisão que outras publicações têm seguido para lucrar com os leitores online e compensar a queda nas vendas das versões impressas.

Os jornais, que hoje compartilham um único site, terão canais online específicos: thetimes.co.uk e thesundaytimes.co.uk. A partir de junho, os leitores poderão contratar o acesso de um dia por 1 libra (2,70 reais) ou de uma semana por 2 libras (5,40 reais). Os assinantes das edições impressas terão acesso livre aos dois sites, de acordo com o The Times.

Os dois títulos são de propriedade da News Corporation, de Rupert Murdoch, que também controla o The Wall Street Journal. Murdoch tem apoiado publicamente a cobrança por conteúdo na web e pretende estender a medida para outros dois jornais, The Sun e The News of the World.

O editor do Times, James Harding, disse ao Sky News que jornalismo online não é de graça. Apesar de existirem jornais grátis e conteúdo grátis na web, as pessoas estão dispostas a pagar por informação de qualidade. "E, para isso, eu acredito que as pessoas virão aos nossos jornais", disse.

Na França
Na terça-feira (23/3), o jornal francês Le Monde afirmou que vai começar a cobrar pelo acesso a parte de seu conteúdo a partir da segunda-feira (29/3). Ele vai oferecer um pacote de assinatura que inclui o site, a edição impressa e o acesso via iPhone, tudo por 19,90 euros (48,40 reais) por mês nos primeiros três meses - depois, o preço aumenta para 29,90 euros (72,70 reais). O acesso ao jornal apenas via iPhone custará 15 euros mensais (36,50 reais).

Há pouco mais de um mês, outro jornal francês fazia sua estreia no mundo da web paga: o Le Figaro. Desde 16/2 o diário oferece três pacotes de acesso: um gratuito, com as principais informações; um intermediário, a 8 euros mensais (19,45 reais); e o pacote Business, a 15 euros por mês (36,50 reais).

Os jornais têm sido desafiados a gerar novas receitas diante da queda no número de leitores e na receita com anúncios no meio impresso. Mas as empresas que os editam têm sido relutantes em adotar um modelo pago, por medo de perderem leitores para os competidores que oferecem conteúdo grátis.

Alguns jornais, como o Financial Times, experimentam modelos onde um número limitado de notícias pode ser lido gratuitamente antes que os leitores encontrem a parte paga. O The New York Times disse em janeiro que vai oferecer um número limitado de artigos gratuitos aos leitores em janeiro de 2011, e cobrar uma taxa fixa para acesso ilimitado.
(Jeremy Kirk)
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Intelig é a primeira a explorar internet via rede elétrica

Empresa firma acordo com Eletropaulo para lançamento de pacote de banda larga e telefonia fixa via rede elétrica

A Intelig Telecom anunciou na quarta-feira 24 o lançamento de seu pacote de banda larga e telefonia fixa via rede elétrica. Denomidado de "InteligCombo", o pacote só é possível por meio de um acordo com a Eletropaulo Telecom, empresa que passou a ser a primeira do País a explorar comercialmente a tecnologia chamada de BPL (sigla em inglês de banda larga via rede elétrica).

No entanto, contrato com a Eletropaulo não garante exclusividade. A expectativa é conquistar 30% desse mercado de 18 mil residências num período de seis meses. Os primeiros barros a serem atendidos e visitados pela equipe de vendas serão Moema, Pinheiros e Jardins. A Eletropaulo informou que a expansão da cobertura do serviço dependerá da demanda.

O cliente do serviço pode ligar seu modem em qualquer tomada da sua casa. Ele também recebe um Adaptador de Telefone Analógico (ATA) para conectar um telefone fixo comum ao sistema.

O anúncio marca também a entrada da operadora, que recentemente foi incorporada pela TIM, no mercado residencial de internet e de telefonia local.

Com informações do jornal O Estado.
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segunda-feira, 22 de março de 2010

TV Digital interativa: pronta para usar?


Para caminhar é preciso dar o primeiro passo. E, no que diz respeito ao mercado de interatividade no Sistema Brasileiro de TV Digital, ele foi dado na semana passada, com o lançamento oficial dos primeiros televisores da LG.
Nos últimos dois anos, a indústria de receptores foi a que mais emperrou a oferta da interatividade na TV Digital. As normas com os dois perfis de interatividade enviadas para aprovação pela ABNT refletem muito dos acordos costurados no Fórum SBTVD para fazer esse recurso tão valioso e potencialmente rico, avançar. Não atoa, a  iniciativa da LG de pôr o primeiro produto com capacidade para interatividade à venda é vista como a abertura da porteira na área de recepção.
O que significa que a etapa mais delicada para o desenvolvimento da interatividade no SBTVD começa agora.
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“Teremos um período de mais ou menos um ano até que todas as ferramentas para interatividade estejam totalmente funcionais. É uma fase de certificação muito importante para a expansão do mercado”, afirma Ana Eliza Faria e Silva, coordenadora do Módulo Técnico do Fórum SBTVD.
A opinião e o comportamento dos early adopters serão fundamentais para nortear os ajustes necessários para o estabelecimento de um  padrão de mercado, de fato, não apenas de direito. O básico está feito. Os novos documentos enviados para a ABNT refletem um amadurecimento do sistema. Estão em consonância com  os resultados de meses de testes da indústria de transmissão, da indústria de recepção e das emissoras. “Todas as aplicações que já estão no ar hoje, estão de acordo com a norma”, garante Ana Eliza.
Significa que a expectativa da indústria é a de que os problemas de incompatibilidade entre aplicações e receptores sejam mínimos, quando existam.
“As mudanças feitas nas normas e enviadas para a ABNT as tornam muito mais claras. Buscam facilitar o desenvolvimento das aplicações e a comunicação dos fabricantes de receptores com os consumidores, sobre a categoria que o equipamento se encaixa”, explica Ana Eliza.
De fato, as tabelas descrevendo os perfis A e B para receptores fixos e móveis (one-seg) da nova norma explicitam agora o que é recurso obrigatório para cada um deles. Como já é sabido,  os perfis B, tanto fixo quanto móvel, se diferenciam dos perfis A apenas pelo suporte a vídeos padrão mpeg (extensões mp2,mpeg,mpg e mpe). Os perfis A e B dos conversores fixos incluem ainda a versão 1.3 do Java DTV como recurso obrigatório, porém sem suporte à funcionalidade de smart cards e às APIs de segurança relacionadas a esta funcionalidade.
Os documentos também incluem dois anexos que descrevem, em detalhes, características básicas para as aplicações interativas no que dizem respeito a tamanho (importante para determinação da quantidade de memória volátil que usará no receptor) , layout (disposição da aplicação na tela da TV) e uso do controle remoto, entre outros. Por exemplo: segundo a norma proposta, a soma dos arquivos da aplicação não deve exceder 6MB para os receptores fixos e 1MB para os one-seg.
Vai existir um perfil C?
“Como foram propostas, as normas, com seus anexos, dão condições às emissoras e ao pessoal de software de criar aplicações com a máxima flexibilidade, sem o perigo de que ela gera uma tela azul na TV do consumidor”, afirma Ana Eliza, ressaltando que o trabalho não para aí.  Revisões serão possíveis, bem como incrementos.
O módulo técnico do Fórum  SBTVD já trabalha, por exemplo, no desenvolvimento de um perfil C da norma, incluindo avanços como o suporte a múltiplos dispositivos para interação, além do controle remoto. O que permitiria o uso de um celular interagindo com a aplicação, independente ou não do que está sendo mostrado na tela. Uma característica, até aqui, exclusiva do Ginga.
O texto da norma Ginga-J encaminhado à ABNT  não inclui as APIs Java que fornecem suporte para uso integrado da TV, em rede, com outros dispositivos. Exclui também a possibilidade de captura, gravação e transmissão de fluxos (jmf 2.1), já prevista. E embora o texto da norma NCL inclua suporte a multimplos dispositivos, nem todas as implementações  da máquina Ginga-NCL disponíveis hoje  suportatam essa funcionalidade. Daí a anecessidade de incluir esses recursos, de forma padronizada, em um terceiro perfil, em desenvolvimento.
Muito provavelmente, o tal perfil C incluirá o resultado de pesquisas acadêmicas como as demonstradas na SET pelo professor Luiz Fernando Soares, da PUC-Rio, conduzidas por Marcio Ferreira Moreno, agraciado em junho de 2009 com o “Best PhD Award” na 7ª edição da Conferência de TV Interativa da Europa (EuroiTV 2009).
Luiz Fernando apresentou dois exemplos de aplicações de múltipos dipositivos. Nos dois casos, o uso do celular como dispositivo secundário dispensou o recurso de recepção do sinal one-seg. Também nos dois casos,vários usuários poderiam interagir simultaneamente e individualmente com a aplicação. O que seria impossível utilizando apenas a TV e o controle remoto tradicional.
Em um deles,  o professor utilizou uma implementação Ginga da Universidade Federal do Espirito Santo (UFES) rodando em um HTC Magic com Android 1.5. Em outro, um iPhone equipado com o OS 3.0.
Em uma delas o processamento da aplicação era totalmente distribuído, com o Ginga rodando em todos os dispositivos e a comunicação com a TV feita via Bluetooth ou WiFi. Na outra, o Ginga rodava apenas na TV, com os celulares atuando de  forma cooperativa sobre a mesma aplicação (um jogo).

Por: IDG NOW!
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Erros e acertos das previsões sobre o futuro da tecnologia

O sonho de futuro move o homem há séculos. A partir da Revolução Industrial, no entanto, as conquistas proporcionadas pela tecnologia – vide a máquina a vapor, telégrafo, telefone, a energia elétrica e o cinema, entre outras – colocaram a humanidade num outro estágio e fizeram a imaginação humana ir ainda mais longe.

Assim, durante o século XX brincamos de criar o futuro pelo cinema e, mais tarde, pela televisão. As empresas não ficaram atrás e também fizeram seus filminhos sobre o que a tecnologia nos reservaria no futuro.

Pensando nisso o pessoal do Now!Digital, buscaram alguns exemplos desses exercícios de futurologia.

E encontraram o clipe abaixo, que é parte do filme “1999 A.D.”. Ele mostra um dos primeiros conceitos do que chamamos de comércio eletrônico. Os autores acertaram em cheio na ideia, embora essa atividade tenha ido muito além do que eles poderiam ter imaginado, sem contar a evolução no hardware do computador.


A Intel também fez suas previsões. Uma delas foi a famosa “Casa do Futuro”. O vídeo, lançado na década passada, projeta como as casas serão num futuro não muito distante: o ano de 2010.



Em linhas gerais, eles acertaram: todas as tecnologias citadas no vídeo existem, como o tablet. O que a empresa não pensou é que as interfaces dos dispositivos seriam infinitamente mais bonitas do que as telas estáticas apresentadas, com diversos efeitos como transição.

E deixou escapar a mobilidade: não vemos nenhum smartphone no vídeo. A prévia de câmera digital também fracassou, já que hoje temos dispositivos muito mais evoluídos.


As apostas para o futuro

Algumas tecnologias tornaram-se realidade exatamente como o previsto, enquanto outras tomaram um rumo diferente e foram além do que, no passado, seria possível imaginar. Mas as previsões nunca param, tanto que já temos uma série de conceitos sobre como a tecnologia nos reserva nas próximas décadas.

Uma das sugestões que parecem estar no caminho certo é a chamada Casa Automatizada, ou E-Home. O conceito deste ambiente é simples: tudo é conectado. É possível controlar cada função da residência, como abrir ou fechar as cortinas, com qualquer controle remoto, como o do Xbox360.


Já a Microsoft acredita na interação com os computadores em cada canto da casa. Por meio de telas especiais e projetores, todas as informações são exibidas diretamente em mesas ou paredes e tudo é controlado por voz ou reconhecimento de objetos e pessoas.


E, por fim, não poderíamos deixar de citar as previsões para as tecnologias móveis. A campanha “You Will”, da AT&T, sugere um compartilhamento de informações em tempo real avançado. Já conhecemos parte dessa tecnologia, mas ela ainda é um pouco cara e são poucos os que têm acesso a ela.


E você, leitor, o que diz? Quais são suas apostas para o futuro?

Por: IDG Now!
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sábado, 20 de março de 2010

Seu sono está em dia?

Sleep Calculator te ajuda a tirar essa dúvida





Noites mal dormidas podem ser a principal causa de várias doenças e desordens no organismo. O pior é que muitas pessoas nem associam uma coisa à outra. Mas basta responder a este questionário para tirar a dúvida: você está dormindo o suficiente para manter sua saúde em ordem?


São questões simples que você responde com números: de 0 a 3. Quanto maior a possibilidade de você pegar no sono naquela situação, maior o número que você vai responder. Por exemplo: você dormiria agora se pegasse um livro pra ler? Ou se você estivesse assistindo TV? Está afim de tirar uma soneca durante as tardes? Tudo isso serve como indício. Ao final do questionário, clique aqui e pronto. A resposta vem na seqüência e diz se você está dentro do padrão, se precisa procurar ajuda ou se só precisa tomar juízo e deitar um pouco mais cedo mesmo!

Quer responder ao questionário? Então clique no link que está aqui embaixo do vídeo. Descubra se o sono é um problema pra você! Afinal, você não quer pagar um mico desses, né?
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Aprenda a melhorar a segurança de suas senhas


Confira algumas dicas para melhorar suas senhas e garantir sua segurança virtual




Você já se perguntou se as suas senhas na internet são realmente seguras? Os especialistas dizem que uma falha recorrente é criar palavras básicas como 123mudar, 123456, data de nascimento e nomes pessoais. Se você é uma dessas pessoas, então é melhor prestar atenção nas dicas que separamos para que você não caia em armadilhas de criminosos virtuais.
"A senha deve, normalmente, ter no mínimo 14 caracteres e deve mesclar uma sequência de caracteres entre letras, caixa alta e caixa baixa (maiúscula e minúscula), números e caracteres especiais. Com essas medidas, nós dificultamos muito a atuação dos crackers e daqueles que conseguem quebrar senhas", sugere o especialista em Segurança Digital, José Milagre.

Quer saber se a sua senha é segura? Este site aqui é um dos mais legais. Ao digitar alguma palavra neste campo, o serviço automaticamente indica o que precisa ser melhorado na sua escolha. Ou seja, ele sugere colocar letras maiúsculas, minúsculas, ou intercalar com números e caracteres especiais. Este outro site gera uma senha de acordo com o que o usuário seleciona. Dá para escolher a quantidade de caracteres, optar pelo alfabeto e numerais completos. Aí é só clicar em “gerar password” e pronto!
É bom também ficar ligado por onde você navega na web. Servidores com pouca segurança podem ser a porta de entrada para um ataque coletivo e quebra de senhas. Os crackers estão cada vez mais munidos de ferramentas para aplicar golpes em ambientes vulneráveis. Para se ter uma ideia da facilidade, em uma simulação que fizemos, conseguimos descobrir diversas senhas em poucos segundos.
"Nós temos que ter em mente que hoje nós temos algumas técnicas de password guessing, ou seja, de quebrar senhas. A técnica mais comum, mais conhecida, é o Brutal Force, ou seja, o ataque de força bruta. Eu submeto aquele arquivo de senha a uma sequência imensa de caracteres e dados até que a senha seja quebrada. Esse é mais lento, mas hoje em dia há o ataque de dicionário, no qual eu tenho uma lista de palavras comumente previstas no dicionário e eu também submeto àquele arquivo. Sempre que você utilizar uma senha cuja composição da senha tenha uma palavra que está prevista no dicionário, as chances dela ser quebrada são muito grandes. Eu tenho também o ataque híbrido, que mescla o brutal com o dicionário. E hoje em dia está evoluindo para o ataque Rainbow Table, que é um ataque que pega o hash, ou seja, pega a senha cifrada e submete aquele hash a um banco de dados com diversos hashs e lá ele traça comparações até identificar que aquele hash corresponde a uma senha", pontua o especialista.

Outra dica essencial é não cair no comodismo. Crie o hábito de modificar suas principais senhas a cada 30 dias. Pode parecer exagero, mas dessa forma a chance de você sofrer algum tipo de invasão se torna bem menor. Além disso, nunca revele sua palavra secreta em e-mails ou anotações em post-its.
Quer conferir outros sites que dão dicas de como deixar a sua senha segura? Preparamos uma lista com vários. Acesse agora os links acima e veja as ferramentas que separamos!




Olhar Digital
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sexta-feira, 19 de março de 2010

Google deixará a China em abril, afirma jornal chinês


Após meses de disputa, saída pode ser anunciada na próxima semana, conforme matéria jornal China Business News.

Após meses de disputas com o governo do país, a decisão do Google de deixar a China deve finalmente ser anunciada na próxima semana, de acordo com a edição desta sexta-feira (19/3) do jornal econômico local China Business News.

Com base em informações obtidas com funcionários da empresa, que pediram anonimato, a reportagem afirma que a decisão será anunciada na segunda-feira e que o Google.cn será fechado no dia 10 de abril. O Google teria dado a seus colaboradores chineses a opção de se mudarem para a sede da empresa nos Estados Unidos ou para outras operações na Ásia.

O jornal não esclareceu se o Google abandonará todos os seus negócios na China ou se apenas fechará a versão chinesa de seu mecanismo de busca. A companhia não comentou a notícia.

A disputa entre Google e China começou após invasões a servidores da companhia das buscas que teriam partido da China no final do ano passado. O portal anunciou em janeiro que planejava parar de censurar resultados no seu sistema de busca, contrariando regulamentações do governo chinês.

As determinações exigem que o Google censure resultados considerados sensíveis pelo país, como questões políticas e até mesmo pornografia.

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 19 de março de 2010 às 12h57
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