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Será que o Google capturou seus segredos?


Acusado por todos os lados, o Google defende-se por ter capturado "acidentalmente" dados das redes Wi-Fi; mas sistemas com proteção simples estão imunes ao problema.

O Google está enfrentando acusações ao redor do mundo após revelações de que esteve capturando e arquivando dados de redes Wi-Fi durante os trabalhos de seus veículos do serviço Street View. É questionável se o Google deveria ter feito isso, mas não se duvida de que a empresa não deveria ter dado algum das redes dos usuários.  

França, Itália e Alemanha - países que tem leis severas sobre privacidade - iniciaram investigações para descobrir que dados o Google coletou e o que fez com eles. Deputados americanos pediram à Comissão de Comércio que cheque se o Google violou alguma lei.

Embora possa parecer uma invasão de privacidade - e em alguns países é - não é necessariamente contra a lei nos EUA. De fato, não há como esperar privacidade quando você transmiter dados por ondas públicas. 

Quase qualquer café ou restaurante atualmente oferece acesso Wi-Fi gratuito. Não há convenção sobre as SSIDs, o nome das redes wireless, então é impossível para usuários individuais na rua, ou mesmo o carro do Street View, de separar redes públicas das privadas, mesmo aquelas que deveriam ser fechadas e estão abertas.

Então, é possível que o Google tenha dados sensíveis ou confidenciais de sua empresa? A resposta poderia ser um inequívoco "não", porque sua rede wireless deveria estar no mínimo protegida pela codificação WEP, certo?  

Na verdade, sua rede deveria estar com a proteção WPA2, ou ao menos WPA. Sem a codificação ligada, seus dados podem ser interceptados por usuários não-autorizados (ou carros do Google Street View). 

A postura do Google "Foi mal, capturamos e salvamos seus dados valiosos" parece meio suspeita, e em alguns casos pode ter violado leis. Apesar dos motivos da empresa, no entanto, se você tomou um mínimo de cuidado com sua rede wireless, não tem perigo de o Google ter guardados segredos seus.
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Intel quer invadir sua sala de estar


Para que a estratégia seja bem sucedida, empresa terá que superar histórias anteriores que não deram certo e oferecer preços competitivos aos fabricantes.

A Intel espera conquistar uma presença maior em TVs e set-top boxes com a plataforma Google TV, mas para isso ela tem de superar grandes desafios, incluindo histórias anteriores de fracasso e questões de preço, afirmam analistas.

A Google, ao lado de parceiros como Intel, Sony e Logitech, anunciou na quinta-feira (20/5) a plataforma Google TV, que vai combinar recepção de TV e internet em uma só interface. A Google vai fornecer o software, e o serviço estará disponível ainda este ano em alguns modelos de TV de alta definição e aparelhos de Blu-ray da Sony, que receberá da Intel os chips altamente otimizados Atom CE4100.

Os microprocessadores da Intel equipam mais de 80% dos computadores do mundo, mas a empresa ainda luta para estabelecer uma presença no espaço das TVs, apesar de múltiplas tentativas de entrar neste mercado na década passada, dizem analistas. Esforços anteriores da Intel e de antigos parceiros para fazer o conteúdo da TV migrar para o PC foram rejeitados pelos consumidores, e agora a empresa muda sua tática ao levar o conteúdo da internet para aparelhos de TV, set-top box e DVD players.

O custo dos chips Intel também é considerado relativamente mais alto que os da concorrência, o que poderia encarecer os preços das TV, dizem os analistas. Há aparelhos mais baratos de TV que oferecem interfaces web padrão e que poderiam competir com a Google TV, o que poderia afetar os esforços da Intel de se reestabelecer no mercado.

Um milhão
A Intel tem tentado convencer os principais fabricantes de TV e empresas de eletrônica de consumo a usar o último chip Atom CE4100. O chip inclui um núcleo capaz de rodar a velocidades de até 1,2 GHz e que decodifica duas transmissões de vídeo de 1.080 linhas no modo progressivo. Os chips estão em produção e a empresa disse ter recebido pedidos para mais de um milhão de chips CE4100.
Com Google, Sony e Logitech, a Intel tem os melhores fornecedores de software e hardware para levar seus chips às salas de estar, disse Wilfred Martis, gerente geral para eletrônica de consumo no grupo de Digital Home (casa digital) da Intel.

“Eu penso que todas as peças não estavam alinhadas como estão atualmente”, disse Martis. Mais casas têm aparelhos de TV de alta definição, vídeo online tem atraído mais atenção e banda larga está disponível facilmente, o que não era o caso na década passada.

As aspirações da Intel de penetrar no mercado de TVs remontam ao fim da década de 1990, mas muitos desses esforços não foram bem sucedidos, disse Nathan Brookwood, principal analista da Insight 64. Um dos primeiros esforços da Intel foi a Viiv, plataforma que incluía tecnologias de hardware e software para trazer a TV aos PCs. Mas a iniciativa nunca decolou porque os usuários tinham de esperar a carga do sistema do PC, e a interface não tinha sido projetada para assistir à TV, disse Brookwood.

Widgets na TV
A mais recente tentativa da Intel de levar seus processadores para TVs e set-top boxes foi por meio do Widget Channel, uma plataforma projetada para mesclar televisão e internet e que foi anunciada em 2008 com o Yahoo. Os aparelhos seriam capazes de rodar “widgets”, ou miniaplicações que complementariam a visualização de TV com nacos de informação da web. Muitas empresas demonstraram TVs e set-top boxes com o recurso, mas a plataforma ainda tenta conquistar seu espaço.

O Widget Channel foi um modo de a Intel tornar mais popular a ideia de combinar TV com a experiência da web, disse Martis. Mas ela não chegou a oferecer internet suficiente para que fosse considerada uma experiência completa na web, que é o que a Google TV fará, completou.

O valor real da Google nessa combinação de empresas vem de seu nome, mas isso não garante necessariamente o sucesso para a Intel, já que há muitas TVs que oferecem interfaces padrão de acesso ao conteúdo da web, disse Dan Olds, principal analista da Gabriel Consulting Group. A Vizio, por exemplo, fornece aparelhos de televisão HD baratos e com conexão à internet, com recursos wireless que permitem o acesso a serviços online da Amazon, Pandora, Netflix e Blockbuster.

Depende do preço
O sucesso da Intel pode depender parcialmente de como a Sony vai precificar seus aparelhos de TV e outros produtos, disse Olds. Se as TVs tiverem preço razoável, a Intel será capaz de fornecer mais chips para TVs e set-top boxes.

Mas a Intel tem reputação de vender chips caros, o que poderia elevar o custo das TVs, disse Paul Gray, diretor de eletrônica de TV na empresa de pesquisas DisplaySearch.

Um típico chipset de TV e processador de vídeo custa cerca de 15 dólares, e os chips mais caros da Intel poderiam potencialmente adicionar centenas de dólares aos preços das TVs, disse Gray. Cada dólar extra pode elevar o preço de varejo em quase 3 dólares, avalia.

O CE4100 será mais competitivo em termos de custo se comparado com rivais, disse Eric Kim, vice-presidente sênior e gerente geral do grupo Digital Home da Intel, durante um webcast na manhã de sexta-feira (21/5).

Os rivais da Intel neste espaço incluem a Texas Instruments, Qualcomm, Samsung e outras empresas que produzem chips para TVs e set-top boxes.

Software vantajoso
Para o preço, o chip da Intel poderia oferecer benefícios de software e desempenho em relação à concorrência. O chip da Intel pode atrair fabricantes de TV por minimizar os custos de desenvolvimento, manutenção e validação de software, disse Gray. As margens nos aparelhos de TV são pequenas, e os fabricantes, que não têm foco em software, não podem se dar ao luxo de gastar muito com desenvolvimento. A plataforma de hardware da Intel provê acesso transparente à internet, e aparelhos de TV podem ser atualizados para suportar a plataforma Flash sem grandes investimentos em software.

E para fabricantes de TV que querem a Google TV, o chip da Intel será o caminho a seguir, disse Brookwood, da Insight 64. Comparado com os competidores, os chips da Intel podem também ser melhor capazes de decodificar o conteúdo de alta definição, e também de rodar aplicações projetadas especialmente que podem ser manipuladas com controle remoto.

A Intel também está desenvolvendo seu próprio sistema operacional leve baseado em Linux, o Meego, e espera que ele seja utilizado no futuro em aparelhos de TV e set-top boxes, disse Martis, da Intel. A empresa quer oferecer opções de escolha, e a Google TV não vai afetar planos de levar o Meego aos eletrônicos de consumo.


Por IDG News Service/New York

Publicada em 24 de maio de 2010 às 07h00
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Dalai Lama conversa com internautas chineses via Twitter


Líder espiritual consegue furar o bloqueio do Governo chinês e responde perguntas que, muito provavelmente, seriam censuradas pelo Estado.

Nesta sexta-feira (21/05), o atual Dalai Lama, líder espiritual dos budistas tibetanos, respondeu, pelo Twitter, a diversas perguntas feitas por usuários chineses. Estas foram escolhidas por quase 12 mil pessoas que conseguiram votar pelo site do Google Moderator, serviço bloqueado na China.
Apesar de ter uma conta própria, o Dalai Lama usou o Twitter do escritor Wang Lixiong, famoso por sua defesa do Tibete, a quem encontrou em um hotel em Nova Iorque. Na conversa, que durou 90 minutos, assuntos culturais, religiosos e, principalmente, políticos foram abordados.
Para ele, por exemplo, o Estado chinês se recusa a admitir os problemas existentes na região do Himalaia e, por isso, as discussões não avançam:
“O governo central sempre argumenta que não existem problemas no Tibete, apenas com o Dalai Lama”, afirmou.
Estima-se que 150 mil chineses usem o Twitter ativamente. O serviço também é bloqueado no país, porém, alguns aplicativos conseguem contornar a proibição.
Sumiço misterioso
O curioso é que, segundo o site Mashable, as respostas haviam sido traduzidas para o inglês (há inclusive uma imagem no site mostrando-as). No momento em que esta matéria foi escrita, (18h45), no entanto, todos os tweets da página estavam em chinês.

Felizmente, há uma tradução para o inglês em desenvolvimento. Ela está em um arquivo do Google Doc e pode ser acessada aqui.

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 21 de maio de 2010 às 18h50
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Página do Google mostra evolução de vazamento de óleo no Golfo do México

Site permite acompanhar desastre ecológico com fotos de satélite; outros serviços mostram dados geográficos e até imagens submarinas.


A Google anunciou nesta sexta-feira (21/5), em seu blog, a criação de uma página especial para acompanhamento do vazamento de petróleo no Golfo do México e de suas consequências.

O acidente, ocorrido em uma plataforma de petróleo operada pela British Petroleum, resultou até agora no derrame de mais de 22 milhões de litros de óleo na costa Sul dos Estados Unidos.

Na 
página (em inglês), é possível visualizar fotos de satélite da área afetada pela mancha de óleo e sobrepor informações geográficas, como pontos de interesse e gráficos com a evolução do tamanho da mancha.

Outros serviços online foram criados para acompanhar o desastre. A empresa de sistemas de informações geográficas ESRI mantém um 
mapa online que documenta o avanço da mancha.

Além disso, a agência de notícias Associated Press oferece, em seu site web, a 
transmissão ao vivo do ponto de vazamento, graças a uma câmera da British Petroleum instalada no fundo do mar.
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Google torna Wave disponível ao público


Anunciado há um ano, serviço de colaboração agora pode ser usado por indivíduos e empresas.

A partir desta quarta-feira, na conferência Google I/O, a Google tornará sua ferramenta de colaboração Google Wave disponível a qualquer um que quiser usá-la.
O anúncio deve acabar com a especulação de que o Wave, que chamou muita atenção quando foi anunciado ainda em estágios iniciais na conferência do ano passado, nunca seria lançado, e teria sua tecnologia desmembrada e implantada em outros produtos.
O entusiasmo sobre o Google Wave - um verdadeiro canivete suíço da colaboração que combina e-mail, mensagens instantâneas, compartilhamento de documentos, blogs, wikis e gerenciamento de conteúdo multimídia - diminuiu lentamente, devido ao acesso à ferramenta permanecer limitado.
Em certo ponto, algumas pessoas começaram a se perguntar se o Wave continuaria existindo como produto, argumentado que sua aplicação prática não era evidente e que ele poderia potencialmente canibalizar o uso de outros produtos do Google como o Gmail e Docs.
Este cenário apocalíptico parece distante agora, embora o Google ainda dê o recado de que o produto não está em sua forma final, rotulando-o como parte do Labs, o que dá a empresa a liberdade de modificá-lo radicalmente no futuro ou simplesmente removê-lo no mercado.
A Google espera que usuários e desenvolvedores que experimentaram o Wave e não se interessaram voltem para dar mais uma olhada porque o produto está mais estável, tem conjunto de recursos mais completo e APIs mais sólidas, segundo a empresa.
Além de indivíduos, empresas que usam o pacote de ferramentas de colaboração e comunicação Google Apps também podem habilitar o uso do Wave por parte dos usuários em seus domínios, disse a Google.
Juan Carlos Perez

Por IDG News Service

Publicada em 19 de maio de 2010 às 13h53
Atualizada em 19 de maio de 2010 às 13h55
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8 dicas de etiqueta para você usar o e-mail com eficiência


Você ainda manda respostas para todo mundo e escreve mensagens em maiúsculas? Que mancada. Veja como se comportar profissionalmente ao usar essa ferramenta.

Você acredita que os e-mails estão mais eficazes e educados? Para a especialista Maureen Bertolo, nem pensar. Além do famoso "responder a todos" e textos com tudo em CAIXA ALTA, outras mancadas continuam acontecendo. Além disso, o Twitter e o SMS estão tornando os hábitos no e-mail ainda piores, diz Bertolo, que começou sua carreira como programadora de computador e ensina etiqueta no e-mail há 10 anos.
Infelizmente, diz ela, as pessoas expressam as mesmas questões e reclamações que tinham uma década atrás. A principal: "E-mails são muito longos! e "Por que eu recebo tantos deles?"
O problema central com o e-mail, de acordo com Bertolo, é que as pessoas querem usá-lo para realizar tarefas para as quais é completamente ineficaz, como explicar procedimentos complexos, resolver problemas  complicados e queixas em geral. O e-mail tornou-se uma parte tão integral e fácil do modo como as pessoas trabalham e se comunicam que elas nem pensam em alternativas mais eficazes. Elas também querem essa documentação para se proteger, diz Bertolo.
Atualmente, acrescenta, SMS e Twitter estão "emburrecendo" o e-mail ainda mais. "O SMS está começando a substituir e-mail porque é mais fácil", diz Bertolo. "Você não precisa se preocupar com ortografia, gramática, uma saudação. Por ser mais rápido, as pessoas acham que não precisam ser profissionais."
Na Era dos SMS e "tweeting", alguns poderiam argumentar que as regras de Bertolo para o e-mail estão fora da realidade das empresas globais. Mas os padrões que ela defende são em prol do usuário, diz.
Bertolo também observa que o uso que um indivíduo faz do e-mail fala muito sobre suas habilidades de comunicação e como ele se apresenta para o mundo. Saber quando e como usar o e-mail pode diferenciar um profissional no mercado, diz. Na busca por um emprego, o e-mail é a primeira avaliação de um candidato.
Em suma, se você se preocupa com sua imagem e sua marca pessoal, você deveria se preocupar com os e-mails que você envia.
Aqui estão oito dicas de etiqueta:
1. Pense antes de escrever
Antes de começar a compor um e-mail, pense o que você quer fazer e se o e-mail é eficaz para isso. Por exemplo, se você está tentando resolver o problema de alguém, é melhor uma ligação. Se você precisar explicar um procedimento, mostrar, pessoalmente ou via web, quase sempre é mais eficaz do que por e-mail. Se você precisa resolver um assunto urgente com um colega de trabalho no escritório, fale com ele em pessoa.

2. Seja simples
E-mail funciona melhor para pedidos simples e mensagens que podem ser expressas dentro de duas linhas, tais como, "Você pode me encontrar às 16h?" ou "Você tem estes dados?" Se sua mensagem exige mais do que duas trocas, o e-mail não é uma boa ferramenta. Quando os e-mails começam a expandir em longas cadeias, as pessoas muitas vezes esquecem o assunto original.

3. Mantenha-o curto
As pessoas gostam de e-mail, pois é rápido e fácil. Mas quanto maior e mais complicada for a sua mensagem, maior será o tempo que você levará para compor e para o destinatário entender. "Se um e-mail exige mais do que 12 linhas e dois threads, você está desperdiçando o tempo de todos e diluindo sua mensagem", diz Bertolo.

4. Faça o campo "assunto" ir direto ao ponto
As pessoas usam o campo "assunto" sua lista de tarefas. Para ajudar seu destinatário a priorizar e entender suas necessidades, o assunto de seus e-mails deve ser muito claro. "Diga ao seu destinatário o que você precisa na linha de assunto", diz Bertolo. "Então, em invés de marcar o e-mail como alta, média ou baixa prioridade, coloque a data de quando você precisa de uma resposta na linha de assunto".

5. Estruture
"Um bom e-mail precisa de uma abertura, corpo e conclusão", diz Bertolo. O objetivo deve estar claro no corpo, junto com todos os detalhes e ações que precisam ser tomadas. As frases devem ser de 15 palavras ou menos. Se houver três ou mais pontos, use marcadores (bullets). Somados, os parágrafos de abertura e fechamento não devem exceder sete linhas, e o corpo não deve exceder cinco linhas.

6. Aproprie-se de sua mensagem
Bertolo recomenda perguntar ao destinatário: "Há algo que eu possa fazer para ajudar? Dei informação suficiente?".

7. Evite palavras e frases que deixem as pessoas na defensiva
A forma de se comunicar via e-mail expressa como você se comporta profissionalmente. Evite linguagem pesada e sarcasmo, que não é facilmente detectado no e-mail. Mesmo se alguém lhe envia um e-mail mal-educado, você tem a chance de responder profissionalmente.

Ela também recomenda que se evitem perguntas que colocam as pessoas na defensiva, como, "Por que seu projeto está atrasado?" É melhor resolver tais questões espinhosas via telefone ou em pessoa. Pela mesma razão, evite "provocações" como: "Por que você...,"" Você deve...," "Eu tenho certeza que você vai concordar...," e "Não compreendo a sua...," que muitas vezes indicam uma quebra nas comunicações que o e-mail certamente não irá consertar. (Pelo menos não rapidamente.)
8. Use a cópia oculta (Cco) e o Responder a Todoscom cuidado
A única razão para o uso de cópia oculta, de acordo com Bertolo, é manter o endereço e-mail dos destinatários em segredo. Por exemplo, se você quiser enviar um e-mail a todos em sua rede para anunciar um novo emprego, coloque todos no campo Cco. Não use o recurso para compartilhar partes confidenciais ou informações incriminatórias com alguém.

O "Responder a Todos" deve simplesmente ser evitado, diz Bertolo. Se, por exemplo, seu chefe envia uma solicitação de reunião ou link para um artigo a todos em sua equipe e você precisa responder, faça-o apenas ao seu chefe. "Responder a todos faz outras pessoas perder tempo", diz a consultora.
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Crie sua própria rádio na Web! isso mesmo em tempo real

Você gosta de ficar conectado a uma web rádio? Bom, fique sabendo que é mais fácil do que parece criar seu próprio canal de rádio online - e sem gastar muito dinheiro. Confira na matéria como isso é possível e veja dois exemplos brasileiros independentes bem-sucedidos. E para criar sua própria webradio, é só seguir os passos abaixo.




Links:






Para criar sua própria webradio, siga os passos abaixo



Primeiro, você deve fazer o download de dois programas. Um deles é o Winamp. Outro programa necessário é o ShoutCast, que é composto de um servidor, e um plugin para o Winamp. Você deve baixar os seguintes arquivos:






Instale os dois programas, além do próprio Winamp. 

O Shoutcast provavelmente criou o atalho no menu "Programas", dentro do menu "Iniciar". Clique no 'Edit SHOUTcast DNAS Configuration'. É um arquivo de texto. Você deverá editá-lo da seguinte forma:

Mude o MaxUsers para 10 se a conexão for de 256kbps ou coloque o tanto que vc quiser. A conta deve ser a seguinte: Velocidade da conexão / 24 => nº máximo de conexões arredondado para o menor.
Mude o Password. Você irá usá-lo para controlar o servidor pelo Winamp. No campo Portbase, deixe o número 8000, que é o padrão. 

Estes são os campos mais importantes. Os outros são opcionais, como alterar o título da rádio e linkar a sua rádio em outra. Importante: sempre que alterar o arquivo de configuração, você deverá REINICIAR o SERVIDOR SHOUTCAST (clique em KILL SERVER).
Agora chame o WinAMP, e vá na janela de preferencias: (CTRL + P ou OPTIONS -> Preferences), PLUGINS -> DSP -> Marque a opção SHOUTcast DSP Plugin e clique em CONFIGURE.
Clique na aba OUTPUT, marque a opção OUTPUT1, e clique em CONNECTION.
Coloque 127.0.0.1 como sendo seu endereço, coloque a porta que você definiu na configuração (8000), marque a opção de Conect at Startup se desejar automatizar a chamada da rádio (caso contrário terá que realizar a conexão manualmente no seu endereço sempre que quiser ativar a rádio), e coloque a senha (password) que você definiu no arquivo de configuração do servidor anteriormente.
A princípio agora você já estará pronto para colocar sua rádio no ar.
Re-inicie seu computador, abra o winamp, e ative o servidor shoutcast e conecte o plugin (se você colocou para conectar no startup não será necessário realizar a conexão manualmente).
Pronto, agora vá no endereç http://seu-ip:8000 e veja sua rádio no ar.
Para iniciar o servidor, abra o 'SHOUTcast DNA (GUI)' no mesmo menu das configurações. A janela que irá se abrir deve ser parecida com esta:
shout

Nesta janela, você pode ver quantas conexões estão ativas no seu servidor e o máximo de usuários (0/10) na parte inferior direita. Pronto! Se a janela apareceu dessa forma, seu servidor está funcionando. Agora você precisa disponibilizar dados neste servidor, no nosso caso, músicas do Winamp. Arraste esta janela para um canto e abra o Winamp.

Você deverá configurar os dados da sua página clicando em 'Yellowpages'. Coloque o nome da rádio em Description, e os outros dados em seus respectivos lugares. Detalhe importante: não deixe nenhum em branco. Coloque pelo menos N/A. Volte na aba 'Connection' e mude o campo 'Password' para a senha que você cadastrou no arquivo de configuração.

Vá em 'Encoder' e certifique-se que esteja selecionado 'Mp3 Encoder' e '24kbps, 22.050kHz, Mono'.

Pronto. Sua rádio está configurada. Basta você selecionar 'Output' novamente e clicar em 'Connect'. Se na caixa 'Status' começar a aparecer a quantidade de bytes enviados, tudo está correto. Sua rádio já está online. Basta você divulgar seu endereço (http://seuip:8000/listen.pls).


Por: Ohar Digital!

Se você quiser dar uma de locutor, falando alguma coisa ao vivo, na orelha 'Input' da janela do plug-in do shoutcast, troque 'Winamp (recommended)' por 'Soundcard Input'. Aí é só você apertar 'Push to Talk' para falar. Se você gostar muito de falar e tiver com o dedo doendo, clique em 'Lock' e o botão ficará travado até você apertá-lo novamente.
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